A SC Johnson busca pessoas que:
Concluíram o curso superior dos cursos: Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia, Estatística, Marketing, Matemática, Publicidade e Propaganda e outros;
Apresentem experiência anterior na área comercial, tais como: venda consultiva, trade marketing, gerenciamento por categoria e afins; preferencialmente no segmento de bens de consumo.
Tenham Inglês de nível Intermediário;
Estejam dispostas a residir na região de Belém;
Tenham disponibilidade para viagem.
O Programa oferece salário compatível com as práticas de mercado e benefícios atrativos, como: empréstimo para aquisição de veículo, IPVA, combustível, verba para manutenção anual do veículo, reembolso de celular, plano médico e odontológico, ticket refeição, previdência privada, seguro de vida, entre outros.
O processo seletivo será conduzido em parceria com a Exata Consultoria.
CONTATO: Exata Recursos Humanos Ltda.
(71) 3671-3200 / 8876-0477/ 9133-7361
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Atualizações do blog!!!
Turma, vamos ajudar o blog... Divulguem para amigos, temos várias notícias de mercado, indicações e sugestão de sites!!!
Vocês podem ajudar postando tbm experiência de trabalho, problemas, onde possamos ajudar com as diferentes áreas de atuação...
Podemos iniciar um processo de consultoria, que poderá ajudar vc e sua empresa, ou implementação de atividades, podemos também promover ativiades voltadas para sustentabilidade e ajuda social.
Conto com todos vocês...
Priscilla... tenho uma dica: Podemos fazer uma visita em uma de suas empresas????
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Podemos iniciar um processo de consultoria, que poderá ajudar vc e sua empresa, ou implementação de atividades, podemos também promover ativiades voltadas para sustentabilidade e ajuda social.
Conto com todos vocês...
Priscilla... tenho uma dica: Podemos fazer uma visita em uma de suas empresas????
Consumidor está mais endividado
Consumidor está mais endividado
Dom, 12 de Setembro de 2010 00:00
Escrito por Sérgio Nardi
É Hora de começar a descer a ladeira do consumo, pisando no freio e engrenando a marcha da consciência. O Brasil vive um momento histórico, crescimento constante na última década, ações de empresas brasileiras valorizadas interna e externamente, integrante do seleto grupo do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), países emergentes com as melhores perspectivas de crescimento, aliado à recente “lição” para o mundo, de como enfrentar uma crise mundial de proporções catastróficas, que abalaram dezenas de economias tradicionais ao redor do globo.
Mágica, feitiçaria ou sorte? Na verdade uma conjunção de fatores que inicia no Plano Real com o governo Fernando Henrique e que se prolonga na mesma receita pelo governo Lula e que vem propiciando esse salto da economia nacional.
A estabilização financeira da moeda, sua valorização e a quase inexistência de inflação favoreceram ganhos efetivos de poder de compra, principalmente para as camadas mais populares, ditas de baixa renda que associado a uma efetiva oferta de crédito, dirigida a esse consumidor, ávido em poder participar da dinâmica econômica de compra resultaram em números superlativos para o varejo, o comércio em geral e a economia nos últimos tempos.
Porém qual o limite da inconseqüente oferta de crédito associada ao ímpeto desmedido de consumo da população de baixa renda? O óbvio, que começa de forma ainda tímida, a ser notícia e objeto de estudo. Segundo a FECOMERCIO, através de sua pesquisa Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência), mais de 1,8 milhões de pessoas contraíram novas dívidas, em agosto, na capital paulista. A pesquisa ainda mostra que 49% das famílias têm sua renda familiar total comprometida com pagamentos da ordem de 11% a 50% do total da renda e para 24% da população pesquisada, a situação é mais crítica e o grau de endividamento supera os 50% da renda familiar mensal.
O cartão de crédito é o maior vilão registrado na pesquisa com 69% das dívidas seguido de longe pelos carnês de loja, que acusam inadimplência na casa dos 24%.Saindo da capital paulista em busca do termômetro Brasil, o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) ouviu 3.810 famílias em 214 cidades do país e 37,80% responderam que não terão como quitar suas dívidas, enquanto pouco mais de 36% acredita que possa pagar as contas de forma parcial e gradual. A região Norte Nordeste apresenta o maior índice de inadimplência, enquanto que no Norte mais de 53% responderam que não vão honrar as dívidas em atraso, entre os nordestinos esse índice beira os 47%.Se compararmos o nível de endividamento das famílias brasileiras em relação aos países europeus e aos Estados Unidos, a situação não preocupa, uma vez que o endividamento brasileiro, em relação a esses países, ainda é baixo. Mas não podemos nos esquecer, que muitos desses países amargam crises econômicas sem precedentes e foi do refinanciamento de dívidas imobiliárias americanas que surgiu a crise subprime em 2008.
O crédito é necessário e o maior agente fomentador para economia nacional nesse momento, mas o óbvio da crescente inadimplência deve servir de sinal amarelo para uma distribuição de crédito com mais qualidade. A situação só não é pior, pois o alto grau de inadimplência, praticamente não atinge as instituições financeiras de crédito, uma vez que a taxa de juros embutidas nos financiamentos é tão extorsiva, que conseguem ajustar as perdas temporárias com a inadimplência.
Mesma situação não goza o consumidor, principalmente o de baixa renda, que em estudos realizados, como Marketing para o Varejo de Baixa Renda de 2006 e A Nova Era do Consumo de Baixa Renda de 2009, ilustravam um consumidor carente em consumir a qualquer custo, por conta da sua “exclusão” do mercado em tempos de inflação e o problema da baixa e precária escolaridade, fator que ainda hoje, coloca esse mesmo consumidor a mercê do mercado, sem a percepção sobre juros e com dificuldades latentes, nas duas operações matemáticas básicas, adição e subtração.
Ainda de acordo com o IPEA, 23,5% das famílias têm dívidas entre uma e duas vezes o salário. Outros 16% têm entre duas e cinco vezes a renda mensal comprometida e para 23% dos entrevistados, a situação é ainda mais preocupante: o endividamento supera em cinco vezes a renda familiar mensal. A opção do consumidor, a partir de agora, é a racionalização e a priorização das necessidades na hora da compra, para um equilíbrio eficaz entre receita e despesa no médio e longo prazo.
Hora de começar a descer a ladeira do consumo, pisando no freio e engrenando a marcha da consciência, pois se o consumidor continuar no banguela desenfreada, lá na frente não existirá cinto que segure o choque inevitável.
*Sérgio Nardi é palestrante, escritor, especialista em gestão empresarial e autor dos livros “A Nova Era do Consumo de Baixa Renda”, “Marketing para o Varejo de Baixa Renda” e “Viva Melhor”.
Dom, 12 de Setembro de 2010 00:00
Escrito por Sérgio Nardi
É Hora de começar a descer a ladeira do consumo, pisando no freio e engrenando a marcha da consciência. O Brasil vive um momento histórico, crescimento constante na última década, ações de empresas brasileiras valorizadas interna e externamente, integrante do seleto grupo do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), países emergentes com as melhores perspectivas de crescimento, aliado à recente “lição” para o mundo, de como enfrentar uma crise mundial de proporções catastróficas, que abalaram dezenas de economias tradicionais ao redor do globo.
Mágica, feitiçaria ou sorte? Na verdade uma conjunção de fatores que inicia no Plano Real com o governo Fernando Henrique e que se prolonga na mesma receita pelo governo Lula e que vem propiciando esse salto da economia nacional.
A estabilização financeira da moeda, sua valorização e a quase inexistência de inflação favoreceram ganhos efetivos de poder de compra, principalmente para as camadas mais populares, ditas de baixa renda que associado a uma efetiva oferta de crédito, dirigida a esse consumidor, ávido em poder participar da dinâmica econômica de compra resultaram em números superlativos para o varejo, o comércio em geral e a economia nos últimos tempos.
Porém qual o limite da inconseqüente oferta de crédito associada ao ímpeto desmedido de consumo da população de baixa renda? O óbvio, que começa de forma ainda tímida, a ser notícia e objeto de estudo. Segundo a FECOMERCIO, através de sua pesquisa Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência), mais de 1,8 milhões de pessoas contraíram novas dívidas, em agosto, na capital paulista. A pesquisa ainda mostra que 49% das famílias têm sua renda familiar total comprometida com pagamentos da ordem de 11% a 50% do total da renda e para 24% da população pesquisada, a situação é mais crítica e o grau de endividamento supera os 50% da renda familiar mensal.
O cartão de crédito é o maior vilão registrado na pesquisa com 69% das dívidas seguido de longe pelos carnês de loja, que acusam inadimplência na casa dos 24%.Saindo da capital paulista em busca do termômetro Brasil, o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) ouviu 3.810 famílias em 214 cidades do país e 37,80% responderam que não terão como quitar suas dívidas, enquanto pouco mais de 36% acredita que possa pagar as contas de forma parcial e gradual. A região Norte Nordeste apresenta o maior índice de inadimplência, enquanto que no Norte mais de 53% responderam que não vão honrar as dívidas em atraso, entre os nordestinos esse índice beira os 47%.Se compararmos o nível de endividamento das famílias brasileiras em relação aos países europeus e aos Estados Unidos, a situação não preocupa, uma vez que o endividamento brasileiro, em relação a esses países, ainda é baixo. Mas não podemos nos esquecer, que muitos desses países amargam crises econômicas sem precedentes e foi do refinanciamento de dívidas imobiliárias americanas que surgiu a crise subprime em 2008.
O crédito é necessário e o maior agente fomentador para economia nacional nesse momento, mas o óbvio da crescente inadimplência deve servir de sinal amarelo para uma distribuição de crédito com mais qualidade. A situação só não é pior, pois o alto grau de inadimplência, praticamente não atinge as instituições financeiras de crédito, uma vez que a taxa de juros embutidas nos financiamentos é tão extorsiva, que conseguem ajustar as perdas temporárias com a inadimplência.
Mesma situação não goza o consumidor, principalmente o de baixa renda, que em estudos realizados, como Marketing para o Varejo de Baixa Renda de 2006 e A Nova Era do Consumo de Baixa Renda de 2009, ilustravam um consumidor carente em consumir a qualquer custo, por conta da sua “exclusão” do mercado em tempos de inflação e o problema da baixa e precária escolaridade, fator que ainda hoje, coloca esse mesmo consumidor a mercê do mercado, sem a percepção sobre juros e com dificuldades latentes, nas duas operações matemáticas básicas, adição e subtração.
Ainda de acordo com o IPEA, 23,5% das famílias têm dívidas entre uma e duas vezes o salário. Outros 16% têm entre duas e cinco vezes a renda mensal comprometida e para 23% dos entrevistados, a situação é ainda mais preocupante: o endividamento supera em cinco vezes a renda familiar mensal. A opção do consumidor, a partir de agora, é a racionalização e a priorização das necessidades na hora da compra, para um equilíbrio eficaz entre receita e despesa no médio e longo prazo.
Hora de começar a descer a ladeira do consumo, pisando no freio e engrenando a marcha da consciência, pois se o consumidor continuar no banguela desenfreada, lá na frente não existirá cinto que segure o choque inevitável.
*Sérgio Nardi é palestrante, escritor, especialista em gestão empresarial e autor dos livros “A Nova Era do Consumo de Baixa Renda”, “Marketing para o Varejo de Baixa Renda” e “Viva Melhor”.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Trabalho - Urgente!!!
Aplicação Final – Comportamento do Consumidor Organizacional
Este trabalho pode ser feito em grupos de três ou quatro participantes, mas também pode ser feito individualmente.
Considerando um produto ou serviço fictício, voltado a consumidores organizacionais, imaginem que vocês são responsáveis pelo seu marketing. Dissertem sobre como o conhecimento das etapas do processo decisório de consumo do produto em referência seria útil na montagem de sua estratégia de marketing. Como vocês fariam para conseguir mais informações e detalhes sobre este processo?
De que forma os modelos de compra organizacional vistos na manhã de hoje ajudariam a desenhar a sua estratégia de marketing? Este esforço é justificado? Por quê?
Esbocem os principais elementos da sua estratégia, preparando-se para uma exposição à Diretoria Geral Executiva da empresa.
Etapas do Comportamento do Consumidor Organizacional, segundo Kotler
- Identificação do problema
- Descrição geral da necessidade
- Especificação do produto
- Busca de fornecedores
- Solicitação de proposta
- Seleção do fornecedor
- Especificação rotineira de pedido
- Análise do desempenho
Este trabalho pode ser feito em grupos de três ou quatro participantes, mas também pode ser feito individualmente.
Considerando um produto ou serviço fictício, voltado a consumidores organizacionais, imaginem que vocês são responsáveis pelo seu marketing. Dissertem sobre como o conhecimento das etapas do processo decisório de consumo do produto em referência seria útil na montagem de sua estratégia de marketing. Como vocês fariam para conseguir mais informações e detalhes sobre este processo?
De que forma os modelos de compra organizacional vistos na manhã de hoje ajudariam a desenhar a sua estratégia de marketing? Este esforço é justificado? Por quê?
Esbocem os principais elementos da sua estratégia, preparando-se para uma exposição à Diretoria Geral Executiva da empresa.
Etapas do Comportamento do Consumidor Organizacional, segundo Kotler
- Identificação do problema
- Descrição geral da necessidade
- Especificação do produto
- Busca de fornecedores
- Solicitação de proposta
- Seleção do fornecedor
- Especificação rotineira de pedido
- Análise do desempenho
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Estudo aponta razões que levam brasileiros a utilizar as redes sociais
Um recente estudo realizado pela In Press Porter Novelli, em parceria com a E.Life, revelou quais são os motivos e razões que levam os internautas brasileiros a utilizarem as redes sociais. Foram analisadas diferentes ferramentas entre Twitter, Orkut, blogs, grupos de e-mail, Facebook, YouTube, Windows Live Spaces, Linkedln, Flickr/Fotolog e Fóruns.A pesquisa mostrou que o objetivo principal do usuário ao entrar no Twitter é estar atualizado; já no Orkut o objetivo é manter-se próximo à sua rede social de contatos; no YouTube a intenção dos usuários está na busca por passatempo e informações sobre lazer e entretenimento; e no blog, o intuito é divulgar o próprio conteúdo e buscar informações e notícias.O estudo foi realizado em todas as capitais brasileiras e mostrou que o Orkut reúne o maior número de usuários pesquisados, 89,6%. O Twitter é o segundo colocado em quantidade de cadastrados, com 80,1%. Em seguida estão o YouTube, blog e Facebook, respectivamente.Foi revelado, também, que entre as redes sociais que mais receberam novos cadastros nos últimos três meses, destacam-se o Twitter, com 43,6%, seguido do Facebook, 10%, e do Linkedln, 4,3%.De acordo com Cassio Politi, diretor da Escola de Comunicação, o sucesso das redes sociais vem da interação entre as pessoas. “Com o desenvolvimento da Internet, surgiu a possibilidade das pessoas serem não apenas leitores ou telespectadores passivos, mas também de se manifestarem. As redes sociais simplesmente atenderam a essa necessidade, reprimida pelos outros meios de comunicação com televisão, rádio, jornal e revista", afirma Politi.Conrado Adolpho, diretor da Publiweb Marketing Digital, também acredita na interação dessa ferramenta e acrescenta que as redes sociais são o meio natural na qual as pessoas se reúnem por afinidade. “As redes sociais, aos poucos, vão se definindo como uma imensa praça global. Com isso, cria-se uma grande quantidade de possibilidades que gera uma extrema qualidade de contatos em qualquer campo de interesse, seja ele: carreira, hobbies, campo afetivo ou cooperativo”, afirma o especialista.Comportamento na internetO estudo revelou ainda, o grau e a forma de atuação dos usuários na web 2.0.Entre as atividades desse novo meio estão: assistir vídeos online (98,2%), deixar algum tipo de comentário em um blog ou site de notícias (90%), e escrever um blog próprio (cerca de 74%).A pesquisa mostrou que cada vez mais a internet se torna uma fonte de pesquisa e consulta antes da realização de uma compra. Cerca de 90% dos entrevistados afirmam pesquisar opções de produtos e serviços na internet antes de adquirir algum produto e 43% recomendam serviços e lojas online a outras pessoas na rede.Foi constatado também, que os internautas permanecem até 41 horas semanais conectados na internet. Cerca de 63% dos usuários do Twitter e 44,7% dos blogueiros ficam mais de 41h por semana online.PesquisaO estudo da In Press Porter Novelli, em parceria com a E.Life, foi realizado com internautas de todas as capitais brasileiras, destacando-se São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A faixa etária dos entrevistados foi de 28 anos, com alta renda familiar, que possuem nível de escolaridade superior completo e que estão inseridos no mercado de trabalho. Em torno de 63% dos participantes do estudo são homens e, por volta de 37% são mulheres.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Volume de onze meses supera todo 2008
O programa de incentivos oferecidos pelo governo para o setor de veículos ajudou a manter o volume de vendas em alta em 2009, a ponto de superar de janeiro a novembro as vendas totais de 2008. Segundo dados da Anfavea foram licenciados no período 2 milhões 848 mil veículos, alta de 8,5% na comparação com igual período do ano passado.
Na média diária os licenciamentos ficaram 10,4% acima do acumulado de 2008, somando 12 mil 438 unidades em 229 dias úteis, quatro a menos ante o ano passado.
Com estes números a Anfavea revisou suas projeções para 2009, ampliando as vendas por conta da prorrogação da redução da carga tributária, como Jackson Schneider, presidente da entidade, prefere chamar a redução do IPI.
O comparativo do desempenho de novembro deste ano com o do ano passado fica distorcido na medida em que o último trimestre de 2008 foi marcado por quedas fortes por conta dos efeitos da crise. De acordo com a Anfavea em novembro foram emplacados 251,7 mil veículos, crescimento de 41,5% na comparação com idêntico mês de 2008. Na mesma comparação a média diária de emplacamentos registrou crescimento igual porque ambos os períodos possuem a mesma quantidade de dias úteis, vinte.
O crescimento do mercado para 2009 deve ficar acima do que previa a Anfavea, confirmado pelo resultado das vendas anualizadas de dezembro de 2008 a novembro, que já superou as 3 milhões de unidades, 6,1% maior do que no período anterior.
Com a prorrogação do benefício da redução do IPI para março de 2010 as fabricantes não precisaram aumentar seus estoques para faturar os veículos com preços menores. No fim de novembro as concessionárias tinham em estoque 200 mil veículos, o suficiente para 24 dias de vendas, e na indústria somava 53,8 mil unidades, compatível com seis dias de comercialização. Para Schneider estes volumes são normais para o período, considerando que em dezembro as empresas concedem férias coletivas, desacelerando a produção.
FONTE: ABRAC/ANFAVEA
Na média diária os licenciamentos ficaram 10,4% acima do acumulado de 2008, somando 12 mil 438 unidades em 229 dias úteis, quatro a menos ante o ano passado.
Com estes números a Anfavea revisou suas projeções para 2009, ampliando as vendas por conta da prorrogação da redução da carga tributária, como Jackson Schneider, presidente da entidade, prefere chamar a redução do IPI.
O comparativo do desempenho de novembro deste ano com o do ano passado fica distorcido na medida em que o último trimestre de 2008 foi marcado por quedas fortes por conta dos efeitos da crise. De acordo com a Anfavea em novembro foram emplacados 251,7 mil veículos, crescimento de 41,5% na comparação com idêntico mês de 2008. Na mesma comparação a média diária de emplacamentos registrou crescimento igual porque ambos os períodos possuem a mesma quantidade de dias úteis, vinte.
O crescimento do mercado para 2009 deve ficar acima do que previa a Anfavea, confirmado pelo resultado das vendas anualizadas de dezembro de 2008 a novembro, que já superou as 3 milhões de unidades, 6,1% maior do que no período anterior.
Com a prorrogação do benefício da redução do IPI para março de 2010 as fabricantes não precisaram aumentar seus estoques para faturar os veículos com preços menores. No fim de novembro as concessionárias tinham em estoque 200 mil veículos, o suficiente para 24 dias de vendas, e na indústria somava 53,8 mil unidades, compatível com seis dias de comercialização. Para Schneider estes volumes são normais para o período, considerando que em dezembro as empresas concedem férias coletivas, desacelerando a produção.
FONTE: ABRAC/ANFAVEA
domingo, 29 de novembro de 2009
Dólar - Uma visão menos pessimista
Desde a implantação do sistema do câmbio flutuante, a valorização do real frente ao Dólar gera demasiadas discussões, e via de regra predomina na mídia a queixa dos setores que exportam sobre a sua perda de competitividade.
Porém, não devemos simplesmente fazer coro sem antes considerarmos o lado que estes mesmos exportadores não divulgam.
O real valorizado, só neste período, permitiu que quase toda indústria têxtil brasileira importasse e atualizasse toda sua planta fabril, o que gera aumento de produtividade com redução do custo operacional resultando em maior competitividade. Com o câmbio mais elevado esta ação não teria ocorrido e a planta fabril têxtil brasileira atrasaria sua modernização em até cinco anos mais. Este mesmo fenômeno foi acompanhado por outros segmentos de nossa indústria.
Outro ganho atual é a redução do custo da importação de insumos.
Mudando de setor para o de petróleo, por exemplo, a dívida da PETROBRAS atrelada ao dólar representava 40% do endividamento da empresa ao final de 2008. Hoje ela representa 5%!
Ou seja, não existe câmbio 100% bom, ou ruim. É necessário sim é aproveitar as oportunidades de cada momento, e não esquecer que o dólar será ainda por longos anos uma moeda de referência, mas não nos esqueçamos do euro que vem demonstrando a cada ciclo um aumento significativo de sua participação no mercado internacional, mas isso é assunto para outra conversa.
Abraços
Hugo Facundo de Almeida Filho
Porém, não devemos simplesmente fazer coro sem antes considerarmos o lado que estes mesmos exportadores não divulgam.
O real valorizado, só neste período, permitiu que quase toda indústria têxtil brasileira importasse e atualizasse toda sua planta fabril, o que gera aumento de produtividade com redução do custo operacional resultando em maior competitividade. Com o câmbio mais elevado esta ação não teria ocorrido e a planta fabril têxtil brasileira atrasaria sua modernização em até cinco anos mais. Este mesmo fenômeno foi acompanhado por outros segmentos de nossa indústria.
Outro ganho atual é a redução do custo da importação de insumos.
Mudando de setor para o de petróleo, por exemplo, a dívida da PETROBRAS atrelada ao dólar representava 40% do endividamento da empresa ao final de 2008. Hoje ela representa 5%!
Ou seja, não existe câmbio 100% bom, ou ruim. É necessário sim é aproveitar as oportunidades de cada momento, e não esquecer que o dólar será ainda por longos anos uma moeda de referência, mas não nos esqueçamos do euro que vem demonstrando a cada ciclo um aumento significativo de sua participação no mercado internacional, mas isso é assunto para outra conversa.
Abraços
Hugo Facundo de Almeida Filho
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